A cada por do sol uma lagrima caída.
A cada por do sol uma emoção partida.
A cada por do sol o homem envelhece.
A cada por do sol a velhice sabedoria.
A cada por do sol uma noite nova irradia.
A cada por do sol a espera de um novo dia.
A cada por do sol o mor se inicia.
A cada por do sol a vida contínua.
A cada por do sol a lua vem ser minha guia.
A cada novo dia o trabalho que não me deixa chorar.
A cada novo dia uma nova emoção torna a chegar.
A cada novo dia o homem abre seu coração.
A cada novo dia uma realidade fria.
A cada novo dia a rotina nos mata.
A cada novo dia a vida contínua.
A cada novo dia o sol nos ilumina.
A cada novo dia a esperança do por do sol que não tardia.
sábado, 3 de julho de 2010
tardes passadas
Tardes passadas com alegria
Outras com tédio
E até com tristezas as senti
Sozinho, deitado no sofá da sala
Escutando a chuva cair
Penso em ti
Ah! Quanto tempo passou
Desde a última vez
Saudades é que não me faltam
Tentei juro que tentei
Mas como é difícil te esquecer
Esquecer dos momentos bons
Onde estará você
Eu continuo aqui,
Nunca vou mudar
Quem sabe um dia volte
E possamos lembrar
E falar dos tempos passados
Das tardes passadas
Dos amores nas madrugadas
Do beijo no seio
Do beijo na boca
Outras com tédio
E até com tristezas as senti
Sozinho, deitado no sofá da sala
Escutando a chuva cair
Penso em ti
Ah! Quanto tempo passou
Desde a última vez
Saudades é que não me faltam
Tentei juro que tentei
Mas como é difícil te esquecer
Esquecer dos momentos bons
Onde estará você
Eu continuo aqui,
Nunca vou mudar
Quem sabe um dia volte
E possamos lembrar
E falar dos tempos passados
Das tardes passadas
Dos amores nas madrugadas
Do beijo no seio
Do beijo na boca
meninos
Lá se vão negros, meninos mulatos
Perambulando vagabundos
Sob o céu plúmbeo escuro
Entre os muros pichados de concreto
Eis-me aqui entre eles
Tão sujos, tão negros, tão brancos
Sempre um mero bobo sempre um mero tolo
Seremos nós, ou serão eles?
Somos tolos maiores da vida
Tão pequenas negras crianças
Que por praga sentimos maldita
Vida! O que será de nós?
O que queres de nós, ingrata?
Somos filhos da sociedade
Somos irmãos do subúrbio
Pais da delinqüência
O que será de nós agora?
Sem roupa, sem casa, sem comida
Somos obcecados pela Vida, animo que nos faz viver
Perambulando vagabundos
Sob o céu plúmbeo escuro
Entre os muros pichados de concreto
Eis-me aqui entre eles
Tão sujos, tão negros, tão brancos
Sempre um mero bobo sempre um mero tolo
Seremos nós, ou serão eles?
Somos tolos maiores da vida
Tão pequenas negras crianças
Que por praga sentimos maldita
Vida! O que será de nós?
O que queres de nós, ingrata?
Somos filhos da sociedade
Somos irmãos do subúrbio
Pais da delinqüência
O que será de nós agora?
Sem roupa, sem casa, sem comida
Somos obcecados pela Vida, animo que nos faz viver
O guerreiro
I Homens perdidos
Por razões alheias
Olhos vermelhos
A dor que anseiam
II Ódio estampado
Entre mãos cerradas
Ante o oponente vivo
-Porque pátria ingrata?
III homem amado
Luta armada
Contra nada
E contra tudo
IV disputa lacrada
Por mãos canalhas
O irmão duvidoso
Não sabe pensar
V -Oponente à frente
Ordem superior
-avante combatente,
Seu lema é matar
VI -porque pátria ingrata?
Campo de batalha
Sangue que corre
Rio vermelho, cascatas.
VII lagrimas escorrem
Nojo da pátria
Morte ao irmão
Por facada sua
VIII nobres raízes
Infundados países
Orgulho marcado
Pela louca pátria
IX Porque pátria ingrata?
Úmida trincheira,
A espera da derradeira
Luta pela terra
X Mas agora não é a terra
É minha vida
Uniforme oliva
Ódio a guerra
XI Porque pátria ingrata?
Fuzil cruzado no corpo
Com baioneta armada
Capacete de soldado. Louca!
XII Nem uma escolha
Morte no campo
Ou nos muros do quartel
Como herói ou traidor
XIII -quem és para me julgar?
Ódio a farda
Ódio a pátria
Ódio a guerra
XIV mas de que resolvem
Meus lamentos fracos
Morte próxima
Nas mãos de um brado
XV O sangue escorre
Mãe que chora
Soldado louco morre
Antes de sua hora
XVI O brado é Brasil
País do meu peito
Amor e respeito
Soldado servil
Por razões alheias
Olhos vermelhos
A dor que anseiam
II Ódio estampado
Entre mãos cerradas
Ante o oponente vivo
-Porque pátria ingrata?
III homem amado
Luta armada
Contra nada
E contra tudo
IV disputa lacrada
Por mãos canalhas
O irmão duvidoso
Não sabe pensar
V -Oponente à frente
Ordem superior
-avante combatente,
Seu lema é matar
VI -porque pátria ingrata?
Campo de batalha
Sangue que corre
Rio vermelho, cascatas.
VII lagrimas escorrem
Nojo da pátria
Morte ao irmão
Por facada sua
VIII nobres raízes
Infundados países
Orgulho marcado
Pela louca pátria
IX Porque pátria ingrata?
Úmida trincheira,
A espera da derradeira
Luta pela terra
X Mas agora não é a terra
É minha vida
Uniforme oliva
Ódio a guerra
XI Porque pátria ingrata?
Fuzil cruzado no corpo
Com baioneta armada
Capacete de soldado. Louca!
XII Nem uma escolha
Morte no campo
Ou nos muros do quartel
Como herói ou traidor
XIII -quem és para me julgar?
Ódio a farda
Ódio a pátria
Ódio a guerra
XIV mas de que resolvem
Meus lamentos fracos
Morte próxima
Nas mãos de um brado
XV O sangue escorre
Mãe que chora
Soldado louco morre
Antes de sua hora
XVI O brado é Brasil
País do meu peito
Amor e respeito
Soldado servil
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